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Quinta-feira, 11 de Junho de 2026 17:49

Relacionamentos podem adoecer o corpo? Dra. Ludmila Simões alerta sobre os impactos emocionais na saúde da mulher

Às vésperas do Dia dos Namorados, a especialista destacou no programa Saúde em Foco como relacionamentos tóxicos, falta de conexão afetiva e feridas emocionais podem desencadear dores físicas, agravar quadros de fibromialgia e comprometer a qualidade de vida.

O programa Saúde em Foco, exibido nesta quinta-feira dentro do A Manhã é Nossa, da Difusora FM, trouxe uma reflexão importante sobre um tema que faz parte da vida de muitas mulheres: a influência dos relacionamentos na saúde física e emocional.

Em conversa com o apresentador Paulo Henrique, a Dra. Ludmila Simões abordou os efeitos que relacionamentos desgastantes podem causar no organismo e destacou que, muitas vezes, dores físicas são reflexos de sofrimentos emocionais não resolvidos.

Segundo a especialista, relacionamentos tóxicos, marcados por abusos psicológicos, verbais ou físicos, mantêm o corpo em estado constante de alerta e estresse, contribuindo para o agravamento de sintomas como ansiedade, fadiga, insônia, irritabilidade e dores generalizadas.

"Às vezes, a dor do corpo é apenas o reflexo das feridas da alma. Não adianta tratar somente os sintomas físicos sem olhar para aquilo que a pessoa está vivendo emocionalmente", explicou.

Durante a entrevista, a Dra. Ludmila comentou que muitas pacientes chegam à clínica enfrentando dificuldades em seus relacionamentos, seja por situações de agressividade, traições, falta de diálogo ou pela permanência em relações que já não oferecem segurança emocional.

Ela ressaltou que o sofrimento contínuo afeta diretamente a saúde, podendo intensificar quadros de fibromialgia e comprometer a qualidade de vida.

Outro ponto discutido foi a importância de nutrir os relacionamentos. Para a especialista, casamento e namoro exigem dedicação diária e não devem ser colocados em segundo plano diante da correria da rotina.

"O relacionamento é como uma planta. Se você não rega, ele morre. É preciso investir tempo, carinho e presença", destacou.

Entre as orientações práticas, a Dra. Ludmila chamou a atenção para atitudes simples que fortalecem a conexão entre o casal, como reservar momentos de qualidade, priorizar o diálogo, reduzir o excesso de tempo no celular e valorizar demonstrações de afeto.

Ela também falou sobre o chamado "beijo de seis segundos". Segundo a especialista, esse gesto ajuda na liberação da oxitocina, hormônio ligado ao bem-estar, ao prazer e à sensação de vínculo afetivo.

"O primeiro termômetro do casamento é o beijo. Se não existe mais esse carinho espontâneo, é importante acender um sinal de alerta e olhar para a relação com mais atenção", afirmou.

A médica reforçou ainda a importância do amor-próprio. Segundo ela, muitas mulheres acabam se anulando para agradar o parceiro e, ao perderem sua própria essência, comprometem também a saúde emocional.

"Primeiro você precisa se amar. Quando a mulher se anula completamente, ela perde sua identidade. O cuidado consigo mesma é fundamental para construir relações mais saudáveis", ressaltou.

Por fim, a Dra. Ludmila destacou que seu atendimento integrativo busca compreender a paciente como um todo, considerando aspectos físicos, emocionais e comportamentais para promover uma melhora mais completa e duradoura.

As mulheres que desejarem orientação ou acompanhamento podem entrar em contato diretamente com a clínica.

Clínica Ludmila Simões
Rua Prefeito Luís Ulisses Quaglia, 156 — atrás do edifício Marambaia.

WhatsApp: (35) 9 9966-2674.

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