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Sexta-feira, 08 de Maio de 2026 14:27

Fibromialgia não é sentença de dor: Dra. Ludmila anuncia grupo de apoio e faz alerta sobre excesso de medicamentos

Durante o programa A Manhã é Nossa, a Dra. Ludmila Simões falou sobre qualidade de vida para pacientes com fibromialgia, anunciou a criação de um grupo de apoio e destacou os impactos do excesso de medicamentos no organismo.

No quadro Saúde em Foco desta semana, exibido durante o programa A Manhã é Nossa com Paulo Henrique, a Dra. Ludmila Simões trouxe importantes orientações para pessoas que convivem com fibromialgia e dores crônicas.

Logo no início da entrevista, a especialista esclareceu um boato que estaria circulando sobre os valores do atendimento em sua clínica. Segundo ela, algumas pessoas acreditavam que o tratamento custaria cerca de seis mil reais, informação desmentida pela doutora.

“Não precisa juntar seis mil reais. Hoje o atendimento completo, com o Body Scanner e mais de cinquenta exames inclusos, custa setecentos e cinquenta reais”, explicou.


Grupo de apoio para pacientes com fibromialgia

Outro destaque da entrevista foi o anúncio de um grupo de apoio voltado para pacientes com fibromialgia, criado em alusão ao Dia da Conscientização da Fibromialgia, celebrado em 12 de maio.

A proposta, segundo a Dra. Ludmila, é oferecer acolhimento, orientação e suporte para mulheres que sofrem com dores constantes e muitas vezes não conseguem acesso a tratamentos completos.

O grupo terá encontros mensais e abordará pilares importantes no tratamento da fibromialgia, como:

  • Saúde emocional;
  • Equilíbrio mental;
  • Aspectos físicos;
  • Nutrição e qualidade de vida.

As vagas são limitadas a 50 participantes, justamente para garantir um acompanhamento mais próximo e humanizado.

Durante a entrevista, a especialista reforçou que a fibromialgia não deve ser encarada como uma sentença definitiva de sofrimento.

“Você não nasceu com dor, então não precisa aprender a conviver com ela”, destacou.


Excesso de medicamentos preocupa especialistas

Outro ponto debatido no programa foi o uso excessivo de medicamentos por pacientes que convivem com dores crônicas.

A Dra. Ludmila comentou casos de pessoas que utilizam diversos remédios diariamente para pressão, diabetes, sono e dores, mas continuam sem melhora significativa.

Segundo ela, além de não resolverem o problema em muitos casos, esses medicamentos podem debilitar ainda mais o organismo e comprometer a qualidade de vida.

“Tem gente que passa metade do dia dopada, sem disposição, esperando o corpo começar a funcionar”, alertou.


Bye Dor é sugerido como alternativa complementar

Durante a conversa, a doutora também destacou o suplemento Bye Dor, indicado como auxílio complementar para dores, fadiga e qualidade de vida.

Com a proximidade do Dia das Mães, ela comentou que muitos filhos têm procurado o produto para presentear mães que convivem com dores constantes.


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