Fibromialgia não é sentença de dor: Dra. Ludmila anuncia grupo de apoio e faz alerta sobre excesso de medicamentos
Durante o programa A Manhã é Nossa, a Dra. Ludmila Simões falou sobre qualidade de vida para pacientes com fibromialgia, anunciou a criação de um grupo de apoio e destacou os impactos do excesso de medicamentos no organismo.
No quadro Saúde em Foco desta semana, exibido durante o programa A Manhã é Nossa com Paulo Henrique, a Dra. Ludmila Simões trouxe importantes orientações para pessoas que convivem com fibromialgia e dores crônicas.
Logo no início da entrevista, a especialista esclareceu um boato que estaria circulando sobre os valores do atendimento em sua clínica. Segundo ela, algumas pessoas acreditavam que o tratamento custaria cerca de seis mil reais, informação desmentida pela doutora.
“Não precisa juntar seis mil reais. Hoje o atendimento completo, com o Body Scanner e mais de cinquenta exames inclusos, custa setecentos e cinquenta reais”, explicou.
Grupo de apoio para pacientes com fibromialgia
Outro destaque da entrevista foi o anúncio de um grupo de apoio voltado para pacientes com fibromialgia, criado em alusão ao Dia da Conscientização da Fibromialgia, celebrado em 12 de maio.
A proposta, segundo a Dra. Ludmila, é oferecer acolhimento, orientação e suporte para mulheres que sofrem com dores constantes e muitas vezes não conseguem acesso a tratamentos completos.
O grupo terá encontros mensais e abordará pilares importantes no tratamento da fibromialgia, como:
- Saúde emocional;
- Equilíbrio mental;
- Aspectos físicos;
- Nutrição e qualidade de vida.
As vagas são limitadas a 50 participantes, justamente para garantir um acompanhamento mais próximo e humanizado.
Durante a entrevista, a especialista reforçou que a fibromialgia não deve ser encarada como uma sentença definitiva de sofrimento.
“Você não nasceu com dor, então não precisa aprender a conviver com ela”, destacou.
Excesso de medicamentos preocupa especialistas
Outro ponto debatido no programa foi o uso excessivo de medicamentos por pacientes que convivem com dores crônicas.
A Dra. Ludmila comentou casos de pessoas que utilizam diversos remédios diariamente para pressão, diabetes, sono e dores, mas continuam sem melhora significativa.
Segundo ela, além de não resolverem o problema em muitos casos, esses medicamentos podem debilitar ainda mais o organismo e comprometer a qualidade de vida.
“Tem gente que passa metade do dia dopada, sem disposição, esperando o corpo começar a funcionar”, alertou.
Bye Dor é sugerido como alternativa complementar
Durante a conversa, a doutora também destacou o suplemento Bye Dor, indicado como auxílio complementar para dores, fadiga e qualidade de vida.
Com a proximidade do Dia das Mães, ela comentou que muitos filhos têm procurado o produto para presentear mães que convivem com dores constantes.
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