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Terça-feira, 20 de Outubro de 2026 12:41

Projeto de lei em tramitação prevê piso nacional de R$ 6.500,00 para farmacêuticos em todo o país...

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) se manifesta contrária a proposta e alerta para impacto de R$ 309 milhões por ano nos cofres municipais.

Imagem Ilustrativa

Mais uma categoria de trabalhadores pode ter piso salarial estabelecidos por lei nacional.
Um projeto em tramitação no Congresso quer fixar piso de R$ 6.500,00 para os farmacêuticos.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) se manifesta contrária a proposta e alerta para impacto de R$ 309 milhões por ano nos cofres municipais.
A reportagem é de Bianca Mingote. Agência do Radio Brasileira.

"O projeto de lei que estabelece piso salarial de R$ 6.500 para farmacêuticos, pode gerar um impacto de R$ 309 milhões por ano aos cofres municipais. O alerta é da Confederação Nacional de Municípios, a CNM. A entidade afirma que a proposta não apresenta fonte de custeio adequada para financiar a medida, o que contraria uma emenda constitucional que veda a transferência de encargos financeiros decorrentes da prestação de serviços públicos aos entes federativos, sem a correspondente previsão de recursos. Segundo a CNM, cerca de 82% das ocupações serão afetadas pela proposta. A Confederação também destaca que os farmacêuticos integram equipes de saúde em todos os níveis de atenção do Sistema Único de Saúde o SUS, atuando em serviços como a assistência farmacêutica e a dispensação de medicamentos. O Projeto de Lei nº 1.559, de 2021, prevê ainda um adicional de 10% sobre o piso para profissionais que atuam como responsáveis técnicos, além de reajuste anual com base na inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC. A proposta foi aprovada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e segue para a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Casa. A CNM afirma que tem alertado os parlamentares sobre os possíveis impactos da medida nos orçamentos municipais. Com informações da agência CNM de Notícias, Bianca Mingote."

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