Padre Omar toma Posse Canônica da Paróquia Santo Antônio
Além da posse do novo pároco também houve a comemoração dos 20 anos da elevação da Paróquia Santo Antônio, que aconteceu em 10 de fevereiro de 2006
Dom José Luiz Majela Delgado (a esq.) da posse ao Padre Omar (a dir.) - Imagem: Luís Guilherme Burza.
Com Salão Paroquial lotado, tomou posse Canônica na noite desta terça-feira (10) como pároco da Paróquia Santo Antônio o padre Omar Aparecido Silveira. Ele substitui o padre João Bosco de Freitas que foi transferido para a Paróquia São José, na cidade de Paraisópolis.
Na mesma missa, que foi presidida pelo Arcebispo de Pouso Alegre Dom José Luiz Majela Delgado, e contou com a presença de diversos padres, entre eles o Cônego Simão Cirineo Ferreira, pároco do Santuário de São Francisco de Paula, comemorou-se 20 anos da elevação da paróquia Santo Antônio.
Ao jornalismo da Difusora Padre Omar falou do desafio em assumir a Paróquia Santo Antônio “o bonito do ministério sacerdotal é que cada desafio a gente vê uma nova missão e uma oportunidade de crescimento, não somente da paróquia, como também do próprio padre. E a minha proposta é caminhar junto com a comunidade! Essa é a proposta que eu trago para a Paróquia Santo Antônio aqui em Ouro Fino.”
O sacerdote, que é natural de Bueno Brandão, falou da sua ligação com Ouro Fino “E vim para Ouro Fino é uma grande alegria, eu tenho muita ligação com a cidade, meus padrinhos de batismo eram daqui, eu nasci na maternidade daqui, porque na época, em Bueno Brandão, não havia hospital maternidade e também tem o padre do qual, eu recebo o nome, o padre Omar Muniz Cirilo, é filho de Ouro Fino.”
O Arcebispo de Pouso Alegre Dom José Luiz Majela Delgado explicou o motivo pelo qual os padres são transferidos após um tempo, de uma paróquia para outra “é uma questão que surgiu sobretudo depois do Concílio Vaticano II. Porque antes o padre ficava em uma paróquia até morrer. Hoje o padre fica por seis anos, às vezes mais, como foi o caso do padre Maurício, que ficou aqui por 13 anos, mas o normal são seis anos.
Dom Majela conclui que mesmo com a troca dos padres, a evangelização não se altera “um novo padre que chega com o seu estilo, com outra maneira de evangelizar, mas há uma linha comum na evangelização, que são as diretrizes pastorais da Igreja no Brasil e da própria Diocese. Então, muda-se o padre, mas a estratégia de evangelização não muda.”